Eu tenho fé.
Uma fé própria, com dúvidas, incertezas e muitas questões.
Mas o que quero falar hoje é do aperto no peito e o nó na garganta com que fico quando vejo manifestações de fé noutras pessoas. Desconhecidos, pessoas que nunca vi na vida, mas que me conseguem comover ao ponto de chegar às lágrimas.
Este fim de semana vi várias imagens, tanto de Fátima, na peregrinação de 13 de Maio, como dos Açores, nas festas do Senhor Santo Cristo que me fizeram sentir pequenina, sentir que a minha fé ainda tem muito que palmilhar.
Não acredito que todos os que caminham quilómetros até Fátima ou esfolam os joelhos nas pedras da rua da Ilha de S. Miguel, tenham mais fé do que qualquer pessoa. Muitos fazem-no por “desporto”, mas alguns, com o sofrimento estampado no rosto, fazem-me pensar que o ser humano é capaz das coisas mais incríveis. Na hora do “aperto”, as pessoas agarram-se ao que podem, ao que têm ou acreditam ter.
Eu não faria tamanho sacrifício, porque acredito que o “meu Deus” não precisa da dor física para conceder o que quer que seja. Mas não critico quem se presta ao tormento, sem lhe dar um ar de folclore, por acreditar que assim obterá a graça divina.
Comove-me ver que há pessoas que, pelo menos naquele momento, mostram a sua fé sem dúvidas, sem questões, simplesmente acreditam, crêem.
... quero contas para a Pandora...
Está nua, tadinha.
Também não a quero cheia... mas mais umas continhas por favor!
Qualquer uma destas:
... não sei bem o que quero de presente...
... só me apetecem parvoíces... entre elas:
Óh! pá!! é tão giro.
PORQUÊ?
Não foi um êxito monumental?
Não foi porque quer ajudar os pobrezinhos?
Não foi a melhor ação (e não estou a falar de marketing) dos últimos e próximos tempos?
Não percebo o sr.
O que me espanta realmente é as semelhanças entre Alexandre Soares dos Santos e Carl Fredricksen (o velhote do filme "Up!")
Não acham? "googlem" e vejam.
... não entendo nada de arte.
A minha análise crítica a obras de arte apenas se pode limitar a um "gosto", "não gosto", "tá, ok... é arte"...
Deve ser mesmo preciso ser sobredotado para ver neste quadro o valor de 67,7 milhões de euros.
Quadro “Laranja, Vermelho, Amarelo”,
de Mark Rothko,
pintado em 1961.
... está na hora de começar a pedir presentes... pois é.
Vou começar a lista pelo que não quero: LIVROS.
Com a quantidade que tenho para ler e a atual dinâmica de leitura (nula) não adianta ter novos livros.
Há alguns que gostava de ler... mas para agora não.
... "Balada da Saudade"
K & Batuna
Escola Superior de Educação de Coimbra.
... um dia da semana, seria
Está entre a azáfama da semana e a pachorrice do domingo* e isso agrada-me.
* não é o meu caso neste momento, que trabalho ao domingo.
E porque estamos em maio... mesmo que não o queira crer.
Como já aqui disse, se eu fosse um mês seria maio...
Mas nem acredito que neste ano, que me parece que ainda agora começou, já estamos em maio...
Nunca uma promoção tinha dado tanto que falar como a do dia 1 de maio do Pingo Doce.
Para quem andou distraído, ou aproveitou o feriado para coisas mais úteis do que ver televisão e ir às compras, tratou-se de uma campanha em que quem fizesse compras num valor superior a 100 euros só pagaria 50% do valor.
Pois que se gerou a confusão com meio mundo, aquele que não sabe aproveitar os feriados, a acorrer às lojas do Jerónimo.
Quanto aos consumidores não tenho muito a dizer. “A fome é negra”, a promoção era boa… se têm paciência para estar horas, aos encontrões a lutar por pacotes de leite… força aí. Não é para mim mas compreendo perfeitamente.
Quanto à empresa… bem… tinha tanto a dizer sobre a empresa.
Só me ocorrem insultos, por isso vou-me controlar e deixar só algumas notas:
- Se pode suportar um desconto de 50% em todos os produtos num dia, anda o Pingo Doce a enganar os clientes 364 dias por ano?
- Tendo 365 dias por ano para fazer essa promoção, o efeito seria o mesmo, porquê fazê-la no dia 1º de Maio?
- Não era de prever que uma promoção nestes moldes viesse a dar problemas de segurança para funcionários e os próprios clientes?
- A falta de respeito pelos funcionários, e a afronta aos sindicatos é tão mas tão gritante que não se se caberiam aqui todas as palavras a dizer.
- Houve venda de produtos fora do prazo de validade… Àh! Pois, porque se esta campanha teve motivos, um deles não foi fazer o bem aos clientes.
Muito mais havia a dizer, mas agora não me lembro, se me lembrar… volto cá.
Veremos...
Com o 25 de Abril pretendia-se alcançar a descolonização, o desenvolvimento e a democracia.
o
"3D´" que muitos dizem que estão em causa, que não se cumpriram e que, para mim, estão mais do que cumpridos.
o
O que me faz acreditar que valeu a pena, valeu o esforço de quem se sacrificou, de quem lutou por implementar a Liberdade em Portugal.
o
A descolonização está feita, graças a Deus (a Deus, neste caso, é mesmo força de expressão).
o
O desenvolvimento está em andamento... é impossível concluir o desenvolvimento... o próprio indica continuação...
Poderemos ser sempre melhores, mas se olharmos 38 anos para trás, parece que olhamos para outro mundo.
Para o bem e para o mal, Portugal desenvolveu-se. Muito.
Somos os melhores em muita coisa, temos os melhores em muitas áreas.
Deviamos dar-nos mais valor. Acreditarmos mais neste país e neste povo.
o
A democracia está instalada.
Se assim não fosse, eu não poderia estar aqui a falar disto.
O país não teria eleições e o povo não poderia dar-se ao luxo de não votar e deixar nas mãos dos outros as decisões importantes, para depois passar a vida a queixar-se de um Governo que ajudou a instalar.
Podemos escolher mal quem nos governa, e podemos protestar contra eles. Isso é democracia.
o
Falta muito para ser perfeito? Sim. Tanto.
Mas será que a perfeição existe?
o
Valeu a pena a revolução. Somos melhores agora. Vivemos melhor agora.
E principalmente, agora temos condições para fazer melhor, assim o queiramos.
Nunca na vida comprei um perfume (não se preocupem que não cheiro mal).
Não havia um Natal que não me oferecessem um, e depois no aniversário outro e assim sucessivamente...
Há 2 anos que não me dão um perfume. (verdade verdadinha até deram mas... não gostei lá muito do cheiro)
O meu está a acabar pessoas... preciso de um perfume e não consigo escolher.
Ao fim de cheirar 3 já tudo me cheira a álcool. Outro dia, e juro que não tinha bebido, um que até tinha gostado uns dias antes, cheirava-me a jeropiga...
O que tenho e está a acabar é este...
... como podem ver não sou muito exigente. Não percebo nada de marcas, não faço ideia do que está "in", tenho é que gostar do cheiro (e o que é hoje verdade, amanhã é mentira e eu já não gosto)...
Sugestões. Ajudem-me. Que perfume compro?
(se alguém me quiser fazer feliz e oferecer um... à vontade)
Na semana a seguir à Páscoa é a Pascoela. Porquê? Não sei, mas é.
Cá na terra é neste domingo que se faz a visita Pascal, este ano não será diferente.
Homens da terra partem da igreja para levar a "cruz a beijar" às casas.
Quem quer "abrir a porta ao Senhor" coloca no chão da entrada alecrim, rosmaninho e/ou flores.
A casa é abençoada e a família beija a cruz. Faz-se uma oração.
Na mesa:
- A "vaidade" manda que haja flores frescas, para a casa estar mais bonita.
- O "tem que ser porque sempre foi" manda que haja um envelope, com a oferta para a igreja.
- A tradição manda que haja uma laranja, que será depois dividida pela família.
- A simpatia, obriga a umas amendoas para o miúdo da "sineta".
E porque, em muitos casos, a tradição ainda é o que era, cá por casa, é assim.
… um sabor, seria chocolate.
Não qualquer um... tem que ser bom...
e bom não é caro, nem "xpto"... há os que são bons, e outros que não...
A Páscoa é o primeiro domingo depois da lua cheia que ocorre depois do equinócio da Primavera.
(adotado como sendo no dia 21 de março)
BOA PÁSCOA
O arroz doce, na região de Coimbra, era tradicionalmente usado como participação de casamento e pretexto para a apresentação do noivo. As raparigas, juntamente com a mãe e o "respetivo", visitavam as famílias que conheciam, a quem ofereciam uma travessa de arroz doce.
Uma semana depois, voltavam para buscar a travessa e receberem o respetivo presente.
Ora bem, não me vou casar, por isso não tenham medo de ter que me presentear e aceitem lá um pratinho de arroz doce, o verdadeiro.
E porquê o verdadeiro? Porque eu digo e pronto.
Não há cá manteigas, vagens de baunilha ou de outra coisa qualquer, muito menos pudins e leites condensados para dentro do tacho.
Este, o de Coimbra, nem ovos leva... mas fica tão, mas tão bom... que é o único que como.
O arroz a usar tem que ser carolino, e de preferência por lavar (é só escolher alguma impureza e se necessário passar por água, muito rapidamente). A quantidade? pois, sempre a quantidade... sei lá eu. Uso uma caneca, nunca pesei.
Primeiro de tudo ponho o leite a ferver. litro e meio de leite (os mais puritanos dirão que gordo e do dia, de preferência, eu uso magro, e fica bom), com uma casca de limão e um pau de canela.
Ponho o arroz, no que chamo "a abrir" em duas canecas de água (que pode levar uma pitada de sal, quando me lembro).
Quando a água já quase desapareceu vou acrescentando o leite, aos poucos, muito poucos, e sempre a mexer, é tarefa para demorar, à vontade, uma hora.
Quando não há mais leite é hora de adoçar a coisa, a mesma caneca do arroz, cheia de açucar. (qual é? é arroz doce, o nome indica, tem que ter açucar e muito).
Mexe-se e deixa-se ferver um pouco mais. Coloca-se em travessas (ou pratos que eu não sou de finezas) e decora-se com canela (quem quer).
Sou péssima a dar receitas, já viram... mas ótima a fazer arroz doce e principalmente, a rapar o tacho do arroz doce.
Há lá coisa melhor do que rapar o tacho do arroz doce?
Vocês podem não acreditar, há quem não acredite...
(eu sou sincera, quando olho agora para o trabalho feito também me custa acreditar)
...mas fui eu quem fez isto... e modéstia à parte, fiz a coisa muito bem feita.
Não tem preço. (também não é para vender)
E como as mentiras de hoje têm que ser desmentidas amanhã... para mim é pouco tempo.
E mentiras sem necessidade não valem a pena.
Aqui, não há mentiras para ninguém.
Apesar de não gostar de chuva, espero que este ano o provérbio se cumpra... precisamos de muita chuva...
Culpa minha... muito minha.
Há muito tempo que ouvi falar no grupo Azeitonas, mas meus caros, com este nome não me animavam e a única música que lhes reconhecia era o "Quem és Tu Miúda" e pronto... não gosto muito.
Por causa dos "Ídolos" alguém "facebucou" a "Anda Comigo Ver os Aviões" e eu fui ouvir e... amei.
Música mais linda que ouvi nos últimos tempos... prova provada que em Português de Portugal se podem fazer belos poemas para serem cantados e música da boa. (coisa que eu já sei há muito tempo, mas muita gente não concorda)
Tenho para mim que se os moços (jeitosos, por sinal) se chamassem Olives e cantassem "Come with me to see the planes take off" teriam mais sucesso, mas não seriam melhores.
Depois ouvi mais coisas do grupo e confesso... gosto muito da maioria das coisas que ouvi.
Pai, tinha 14 anos quando partiste, já lá vão mais de 18.
Mesmo assim, às vezes sinto-te tão presente.
Tenho muitas, muitas saudades tuas.
... e mais não digo.
Enviaram-me imensos e-mails a pedir para fazer mudanças no blog.
(é mentira, mas acho tão giro quando dizem isto nos blogs que quis ver qual era a sensação)
Resolvi, então, que estava na hora de dar um "up" no bloguito... Mas não sei bem o que fazer... comecei por uma limpeza:
(até porque destralhar e organizar está na moda)
- Apaguei links de blogs que já não existem ou não são "mexidos " há mais de um ano.
- Inseri (linkei??) novos blogs que visito (não é preciso pedir autorização nem avisar, pois não?).
- Organizei por ordem alfabética... parece-me a mais justa (não sei é se não há algum que alfabeticamente esteja no local errado, mas que se lixe, o blog é meu posso não saber o alfabeto à vontade).
E pronto... agora vou descansar... outras mudanças virão (ou não).
... que é como quem diz: "Quem ri por último, ri melhor".
Já o disse por diversas vezes. Não gosto, não concordo e não celebro o Dia Internacional da Mulher.
Não aceito felicitações, não faço anos.
Não vou a jantares, noites ou festas de gaja... vá lá... sou mais imaginativa para celebrar o facto de ser fêmea...
Se fosse feriado... ainda vá... mas não é.
... e para mais:
"O Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres"
Cheira-me que se as mulheres não se sentissem inferiores não precisavam de comemorar tais coisas, eu não me sinto inferior, não me apetece comemorar nada. Talvez no "dia internacional do ser humano" eu o faça.
Não acho que tenho mais ou menos valor por ser mulher...
Sinto-me igual em direitos e deveres.
Não encontro nada que mereça ser celebrado neste dia.
Quando muito seria um dia de luto, pelas mulheres que ainda não são "seres humanos" pelo mundo fora.
1998 - Desaparecimento de Rui Pedro
2002 - Queda da ponte de Entre os Rios.
Dois marcos negros na história de Portugal.
...
Há 4 anos perguntei para que servia este dia a mais no calendário.
Agora já sei.
É dia das mulheres pedirem os homens em casamento. Sério...
Vejam aqui:
"Só nos anos bissextos, como este, no dia 29 fevereiro, as mulheres podem pedir os homens em casamento. A tradição é irlandesa e remonta ao século 13".
Tendo em conta que, em caso de nega, o "donzelo" tem que oferecer um presente valioso, eu até me animava.
Só não o faço porque tenho medo que ele aceite...
… um mês: Eu seria sem dúvida, Maio.
nem está calor nem frio de mais...
mês do coração, das flores, das rosas, da mãe...
das cerejas e dos morangos...
E o meu mês ...
Não sei se está na moda gostar dela ou não... eu gosto.
E lamento muito a sua morte.
Como de todos os artistas do mundo, tem coisas que gosto outras que nem tanto.
Esta é das minhas preferidas.
Académica da final da Taça de Portugal.
Gosto... gosto muito.
Senhores do nosso (des)Governo, sabemos isso, das aulas de Geografia.
Mas com o que vocês andam a fazer... estamo-nos a ver gregos... e isso é sabedoria popular.
Pois que já li o livro, já vi o filme e até encontrei uma versão BD do dito.
Vamos por partes.
Como tinha explicado aqui, trata-se de um conto e não, como eu imaginava, um romance.
O livro inclui mais 3 contos e a minha opinião... que vale o que vale (nada) é: não gostei de nenhum.
Não gostei do tipo de escrita de F. Scott Fitzgerald... desculpem os fãs... mas não gostei. E a história do Benjamin também não lhe achei lá grande piada.
A história em si, é fenomenal. Alguém viver ao contrário é algo que me inspira logo para uma grande história... algo que me prendesse às páginas e fizesse rezar para que não acabasse rápido. Não foi o caso.
Lê-se num ápice mas tem pontos que chegam a ser entediantes. (é só a minha opinião, repito). Não me transmitiu emoção. Não me prendeu.
O filme é um bocadito melhor. O que para mim foi verdadeiramente surpresa, já que gosto sempre mais do livro. A história está mais desenvolvida, e não é um retrato do livro, é baseado no livro, ou melhor, baseado na história que o livro sugere: um homem que vive ao contrário.
Tem o Brad Pitt, o que para mim é logo sugestivo (matem-me! que querem que faça? o homem é bom de todos os feitios.) Mas também não é dos filmes que ficam para história (a minha história, entenda-se).
Encontrei na net uma versão em banda desenhada da obra. Mas não gostei dos bonecos e nem li os "balões".
Não ponho link porque não quero ser presa, mas "googlem" a coisa e devem encontrar.
Resumindo e concluindo... não gostei do "O Estranho Caso de Benjamin Button".
Se eu tivesse jeito para escrever, juro, que me punha a inventar um romance partindo da base da história, que me parece deveras interessante: Um homem nasce velho e vai ficando cada vez mais novo... já repararam que a ser possivel, a sua vida acabaria (como na anedota) num fantástico orgasmo... haveria forma mais interessante de morrer?
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... de ter um emprego de segunda a sexta, das 9 às 18H.
Daqueles, que das 13 às 14 têm uma hora de almoço, sabem?
OK! OK! Nos tempos que correm ter um emprego já é bom, seja qual for o horário, mas caramba...
será que algum dia vou trabalhar num horário de gente?
Estou farta!
E sim, posso reclamar... estou no meu blog posso ser piegas à vontade.
A região centro do país é rica em coisas boas, doces e calóricas... e eu gosto da maioria delas.
Por mais estranho que pareça, sendo eu de Coimbra, nunca tinha provado os Pasteis de Santa Clara...
Nunca me despertaram muito interesse... sei lá eu porquê.
Provei ontem... e fiz muito, muito, muito mal... porque simplesmente ADOREI.
Verdadeira delícia...
Não tenho foto do meu porque... não tive tempo... mas são estes que estou a falar...
e a salivar...
A massa é deliciosa e o recheio divinal... e pronto.
Qual pastel de nata... isto é que era de dar a conhecer ao mundo ![]()
(mentira, também adoro pasteis de nata)
... eu tenho um salário base de 550 euros mas ainda me vai dando para as despesas.
É uma questão de ajustar as despesas ao salário e não o contrário...
Mas preferia que 10 mil euros não me desse para as despesas... o ajuste seria bem mais fácil...
é por isso que me pergunto como é que o sr. Silva ainda preside... é que me apetece vomitar quando vejo o homem.
Eu sou daquelas que acha que se deve ter respeito pelas "instituições!.
Mas então as "instituições" que não me dêem cabo da mona.
O sr. presidente bebeu ou está demente?
Que espécie de coisa das que faz rir tomou, para dizer à frente dos microfones do país que o que recebe não lhe chega para as despesas?
É que não me venham agora com o "contexto", "não era bem assim", "foi retirado o essencial da mensagem"...
Devia ter VERGONHA de dizer tal espécie de coisa.
Sr. Aníbal Silva, há milhares de pessoas que trabalharam 40 e mais anos, MILHARES de pessoas que recebem uma reforma de MERDA e têm que sobreviver.
MILHARES de pessoas recebem 200 euros porque trabalharam de sol a sol em tempo que "fazer descontos" era coisa de rico.
MILHARES de pessoas que trabalham horas e mais horas, em condições péssimas e têm que viver com 485 euros.
QUATROCENTOS E OITENTA E CINCO EUROS. E tem que dar para as despesas.
Por isso, pegue na poupança que fez com a sua digníssima esposa, e (para não dizer enfie-a na peida) vá para longe.
O sr. dos Passos sugeriu que a malta emigrasse.
Agora vem o Álvaro e diz que está empenhado em combater a onda de emigração que se vive há mais de 10 anos.
Estou confusa!!
Já agora, "estou confusa" ou "estou confundida"? Também não sei bem...
Oh! vida dura!!...
"Nos últimos 5 anos, foram devolvidas, aos centros de acolhimento do Estado, 110 crianças que estavam em processo de pré-adoção."
Algumas porque não tinham boas notas e/ou não queriam estudar...
WTF????????
Há muito que não via uma notícia que me chocasse e revoltasse tanto.
Não tenho palavras...
Mas tenho vontade de bater muito e com muita violência em pessoas como a dona Maria Martins, uma ex-candidata a adotante. MONSTRA!
Da wikipedia: "Maçonaria ... é uma sociedade discreta... de ação reservada e que interessa exclusivamente àqueles que dela participam. De carácter universal, cujos membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia, igualdade fraternidade e aperfeiçoamento intelectual, sendo assim uma associação iniciática e filisófica."
Assim sendo, não me parece nada de mal, pois não?
Então porque "carga de água" os senhores do avental fazem tanto secretismo disto?
Que parece uma seita (com radar para apanhar tudo do ar) parece.
Que os rituais são um bocado palermas... são.
Mas se só cultivam bons preceitos... qual é o "stress"?
Estes senhores de bem devem ter algo a esconder e isso, para mim, não é bom.
É até muito mau num país que se diz democrático... digo eu.
Estou deprimida... acabou-se o Natal...
tudo arrumado... (sobraram peças, estava tudo numa caixa e agora não cabe...)
Agora faltam 11 meses para voltar a ser Natal... ![]()
Para acalmar as saudades fica a imagem do meu pecado de Natal preferido:
Têm muitos nomes, eu sei, mas para mim são cascureis. E ninguém os faz como fazia a minha avó.
Mas eu faço-os bem bons. Não muiiiito bonitos, mas bons.
Receita?
Dá muito trabalho... mas valem cada minuto de "amasso" e cada caloria que se ingere.
Para a quantidade que se vê na foto amassei 500g de farinha de trigo, 3 ovos, um cubinho de fermento de padeiro, 3 colher de sopa de azeite e um cálide de água ardente. Amassei tudo, juntando mais farinha ou água morna conforme ia sendo necessário, até que a massa se descole das mãos (fica tipo a massa do pão, ou da base das pizzas.
Depois de bem amassada dei-lhe uma grande tareia na bancada da cozinha. (elevo-a ao ar e atiro-a à banca com toda a força, porquê? Diz que deixa a massa mais leve).
Coloquei num alguidar, pulvilhei com farinha, não fiz nenhuma cruz que não sou dada a superstições, tapei com um pano e um cobertor. Para quê? Para levedar, tá claro, e ali esteve hora e meia.
Passado o tempo é hora de tender a massa, com as mãos. Pega-se um bocado de massa, e sem a pressionar, vai-se tendendo com os dedos até obter o feitio que se vê na foto. Ou seja, nenhum em especial, tem é que ficar esticado.
Este é o processo mais complicado, nem toda a gente consegue. Não me estou a armar, é neste ponto que muita gente que tem tentado fazer, falha, e eles não ficam como os da minha avó. (os meus também não ficam).
Frita-se. Pulvilha-se com açucar e canela (tipico da época)... e come-se...
Adoro.
É um capitão de Abril estar a ser alvo de um inquérito do Ministério Público por declarações que fez numa entrevista.
OK. O homem (Otelo Saraiva de Carvalho) não é propriamente um santo.
Mas lutou pela liberdade que temos hoje, e é muito engraçado (ou trágico, depende do ponto de vista), que seja investigado por dar uma opinião.
O que é feito da liberdade de expressão que este senhor e os colegas conquistaram?
Vou começar (na verdade já comecei) a missão de ler mais.
O primeiro da "resma" é: "O Estranho Caso de Benjamin Button"
Suspeito que não será o melhor, mas gravei o filme (não cometi nenhum crime, passou na televisão e eu gravei) e quero muito vê-lo (tem o Brad né... tem que ser visto).
Que tem o "c* a ver cás calças"?
Não gosto de ver filmes baseados em livros sem ter lido o livro. Manias.
Só ao começar me apercebi que o livro, da coleção "Livros de Filmes" da Revista Visão, tem 4 contos. Um deles é "Tales Of The Jazz Ages: Fantasies", por cá, mais conhecido como "O Estranho Caso de Benjamin Button". Do mesmo autor, constam também no livro "O Diamante Tão Grande Como o Ritz", "O Tarquínio de Cheapside" e "A Bruxa do Cabelo Avermelhado", mas destes falarei depois.
Título original: Tales Of The Jazz Ages: Fantasies
Ano da edição original: 1922
Autor: F. Scott Fitzgerald
Tradução: Nuno Castro
Editora: "Colecção Livros de Filmes" da Revista Visão
"Benjamin Button é um homem com uma vida ao contrário: nasce como um velho e à medida que vai vivendo, vai rejuvenescendo, o que lhe permite ver sociedade que o rodeia com um olhar crítico, mas também experimentar uma série de problemas muito diferentes dos do comum dos mortais."
Quando terminar a leitura virá a crítica (a opinião, critica é muito forte)
provérbios
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Que 2012 seja um ano brilhante para todos
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Em 2012 vou voltar a fazer coisas que gosto:
- bordar
- ler
- escrever (no blog e não só)
- passear
- dedicar-me a algo solidário
E vou inventar novos gostos... preciso de novos gostos.
Em 2012 vou ter uma vida mais saudável.
Preciso de emagrecer, alimentar-me melhor, fazer exercício e exercitar a mente...
E nada de "este ano é que é". ESTE ANO É QUE É MESMO.
Por isso tenho que acabar com todos estes meninos até dia 31
(esta não é a única caixa que cá mora em casa)
Há bombom melhor? Não conheço.
Ano novo vida nova "né"? Então no próximo ano vou:
- Ler mais (pelo menos um livro por mês).
Este ano não li nada e tenho estes todos para ler...
... e mais alguns que quero ter.
Como estás? Refeito da grande viagem?
Espero que sim. É que este ano fiquei um bocadinho preocupada contigo...
Então não me deste nem uma única das coisas que pedi?!!
Andaste distraído?
É que nem foi da crise porque recebi presentes lindos e bons :)...
Mas nem um dos que pedi?? Foi a primeira vez que tal coisa me aconteceu...
Não estou a reclamar, só a questionar-me do porquê?
Obrigada na mesma, adorei.
Espero que passes um bom ano, faz uma festinha por mim ao Rodolfo e às outras renas.
Beijinhos.
Boas festas...
Uma noite de Natal recheada de sonhos brilhantes e de presentes...
pessoas importantes presentes na festa ou no coração.
Porque as coisas não são só "pretas ou brancas"...
O Pai Natal adora o Menino... e o Menino gosta do Pai Natal...
... sigam a estrela!!
... muito gira...
... então não é que parece que ando enganada há anos...
Eu sempre achei que o plural de Pai Natal era pais Natal... afinal parece que não. É que o Natal aqui é adjectivo e deve-se concordar com o sujeito, o "pai". Por isso é pais natais.
Eu sempre vi a coisa nestes termos: o pai do Natal. Natal só há um, pais pode haver muitos... pais Natal. Mas parece que estava errada.
Como para mim só há mesmo um Pai Natal, o que vive na Lapónia, quando vir muitos vou usar a seguinte estratégia:
- Estão ali muitas pessoas mascaradas/vestidas de PAI NATAL. E pronto, problema resolvido.
(agora tenho dúvida se ando a fazer bem os plurais de bolo rei, chapéu de chuva, fim de semana... tenho que investigar ou arranjar uma estratégia)
Pai Natal, eu portei-me bem este ano, por isso podes-me trazer mais um presentinho?
Um destes...
... ou os dois...
...ou outro qualquer...
Ao olhar para este post vê-se que a minha cultura literária oscila entre o Nobel e o... vá... o ligeiro...
Mas isso merece outro post...
Ainda não adoptei o acordo ortográfico.
Por motivos profissionais, tenho que o adoptar a partir de Janeiro, tenho para mim que não vai ser muito fácil.
Mas concordo com ele, na generalidade.
Não tanto pela forma, já que há coisas que me irritam solenemente, como o fim de alguns hifens, por exemplo.
As maísculas e minusculas também me fazem confusão e tenho dúvidas em muitos casos, como os nomes (Victor, Egipto...).
Concordo com a ideia de um novo acordo ortográfico. A Língua é um organismo vivo, como tal, tem que evoluir.
Não fosse isso e ainda escrevíamos pharmácia e photo... Deixemo-nos de puritanismos.
Não vamos falar "brasileiro", vamos somente deixar o Português um pouco mais leve, mais ligeiro, mais fácil... mas igualmente belo, a meu ver.
Era preferível defendermos a Língua pela literatura, pela música... e menos pela maneira como vamos escrever "fim-de-semana" e "objecto".
* "A minha pátria é a Língua Portuguesa", Fernando Pessoa.
Pai Natal... toma lá mais uma ideia:
Então não é que há um filhote do Marley? Eu não fazia ideia... mas quero.
Sinto que o Pai Natal está a precisar de umas dicas...
Esta é a primeira...
... pode não ser mesmo este... pode ser outro... mas estou mesmo a precisar de um perfume... e gosto deste...
Sei fazer ponto cruz.
Modéstia à parte sei fazer MUITO BEM ponto cruz.
Não tenho feito, não há tempo para tudo e às vezes canso-me, mas quando faço os avessos ficam perfeitos e os pontos certinhos... por isso faço bem.
Há uns tempos deu-me o espírito natalício e fiz um Pai Natal para a árvore de Natal e um iman para o frigorífico.
Cá estão eles.
Depois mostro outros trabalhos...
Para além de ser feriado religioso, dia da Imaculada Conceição, padroeira do reino de Portugal desde 1946, o dia 8 de Dezembro tem marcas históricas ao longo dos tempos.
Podem consultar na WIKIPEDIA, fui o que fiz e de onde destaco:
- 1963 - É criado o futebol moderno 
- 1955 - Adopção da bandeira europeia 
e que jeito que isto nos faz...
- 1960 - Nasceu José Castelo Branco
esse grande vulto... nem me atrevo a colocar foto que meu bloguito não aguenta tanta beleza...
- 1980 - John Lennon foi assassinado 
sinto que neste dia nos foram roubadas dezenas de boas músicas que Lennon não teve tempo de fazer.
- 1930 - Faleceu Florbela Espanca, poetisa portuguesa
HOJE - Estou para aqui eu a inventar, a fazer este post de treta...
... e depois?
Para mim o Natal é o nascimento de Jesus, mas simpatizo com a ideia de um velhinho de barcas brancas atravessar o mundo, num trenó voador movido a renas, para presentear os meninos que se portam bem.
Em minha casa o Sr. Nicolau está todo o ano representado. Vive num "globo de neve" e penso que é feliz.
Pelo menos para mim, acreditar piamente que ele existe, faz-me um pouco mais feliz.
Não, não sou demente, simplesmeste um bocadinho de magia nunca fez mal a ninguém e sim...
Eu acredito no Pai Natal.
... e é nesta altura que mais me apetece comer as coisas da época.
Depois, mesmo no Natal, não me apetece.
Agora é que ia a bela da rabanada.
(estas são do Natal passado)
Eu uso pão de cacete de 2 ou mesmo 3 dias. Fervo o leite (quantidade necessária) com um pau de canela, casca de limão e adoçado com açucar (não é redundante, podia ser mel, sei lá...). Bato ovos q.b.
Deixo o leite ficar morno e demolho o pão.
Passo pelo ovo.
Frito em óleo.
Pulvilho com açucar e canela.
Como.
Choro sobre as calorias ingeridas ![]()
"Perdóname" de Pablo Alborán com Carminho.
Este blog fez 6 anos no passado dia 1.
Depois de pensar se valeria a pena mantê-lo (já pensei nisto tantas vezes) venceu a ideia do: "se ninguém o lê não estorva" e vou continuar.
Sem justificações de ausência (que nunca dei muitas) e sem compromissos. Como se fosse um dos muitos cadernos que tenho na gaveta e onde escrevo só quando me dá na "real gana".
Neste momento apetece-me incrementá-lo... Dar-lhe um novo ar... fazê-lo renascer, como se fosse novo. Vamos a ver...
Pouco mas ando...
Isto tem que levar uma volta... e vai levar... mas não prometo datas.
Até breve.
"Se eu te pudesse dizer o que nunca te direi, tu terias que entender aquilo que nem eu sei."
Fernando Pessoa
... de ir à Madeira...
Mas nestes últimos dias (por questões profissionais) estou tão farta fartinha de ouvir falar da ilha do Jardim, ou do Jardim da ilha que, AI JASUS, estou farta...
Até parece que só agora descobriram que o coiso (AJJ) andava a dar bailinho a toda a gente.
Com tamanho buraco não sei como aquilo não se afunda...
Quando uma data define um acontecimento pode não ser muito bom sinal... é o caso.
O dia 11 de Setembro nunca mais será uma data comum... Sempre lembrará, se não o maior atentado de sempre, o mais marcante.
Talvez por estar a ser "bombardeada" por mais imagens daquele dia, pús-me de novo a pensar no que aconteceu e percebi mais um pouco do porquê deste dia me marcar tanto. Nos atentados "normais" somos confrontados com o acontecido: "Ontem, um atentado no Afeganistão matou "n" pessoas..." a diferença está no tempo. No dia 11 de Setembro de 2001, o mundo assistiu aos atentados. Em directo. Quando as torres cairam assistimos à morte de milhares de pessoas... tudo se reduziu a pó diante dos nossos olhos. E isso faz a diferença.
Para mim faz.

Este ano o aniversário é marcante.
Para além de se passarem 10 anos, uma marco, a recente morte de Bin Laden traz sentimentos dificeis de explicar. Com a morte do líder o terrorismo não acabou... e ele era só um... naquele dia milhares perderam a vida, muitos milhares perderam a vida que conheciam.
Eu até nem sou das que se pode queixar mais, tive 10 dias de pleno Verão em Julho. ![]()
Mas o pá!!
Onde podemos reclamar por este ano não ter havido verdadeiro VERÃO? ![]()
Ou será que ele ainda vem?![]()
Anda muita gente preocupada que o Benfioca não tem portugueses no plantel, ou tem poucos, o que faz com que às vezes jogue sem tugas.
Por acaso o Benfica faz palestras?
Por acaso o que os jogadores de futebol dizem interessa a alguém?
Então porque raio têm que ser portugueses?
Não vi algumas das pessoas preocupadas falarem disso quando se "nacionalizaram" os brasileiros para darem uma perninha na Selecção...
Essa sim, a meu ver, tem que ser formada por tugas.
Pode ser que o Vieira adopte alguns, depois chamam-lhe paizinho e já ninguém (ou alguns, vá) se importa com a nacionalidade dos meninos.
Ai eu!!
Já agora, fiquei contente com a chamada de Quim e Nuno Gomes à Selecção ![]()
Já ouvi dizer que o "Primeiro dia de Agosto é o primeiro de Inverno".
Nunca me pareceu tão verdade como este ano.
Ou isso ou o Verão está tão bom, mas tão bom, que o Inverno veio a Portugal passar férias.![]()
Adoro Óbidos. Já visitei a vila muitas vezes, com ou sem actividades a decorrer, adoro lá ir.
Mal deixo o carro e percorro as ruas sinto-me transportada para outro mundo... um mundo que já não existe.
E adoro.
Ontem voltei para o Mercado Medieval. Adorei, claro está.
Cá ficam algumas imagens que captei...
... mas não posso deixar os cheiros, os sons e a alegria que se vive ali.
... já foram. Foram muito boas.
Estive 10 dias (magníficos) em Monte Gordo.
A palavra de ordem foi descansar, mas também me diverti, relaxei e comi... muito... ai!! Mas foi muito bom.
Relaxei tanto que não fiz nada. Foram dias de total ócio na mais absoluta preguiça:
- Levei 3 livros, não li nem uma página.
- Levei 10 horas de Internet e voltei para casa com mais de 3.
- Levei 5 filmes e não vi nenhum.
Deitar cedo, levantar cedo, muito praia e alguns passeios... foi tudo de bom.
Como uma imagem vale mais do que palavras, sejam elas quantas forem, aqui ficam algumas das férias, e de alguns petiscos.
Peixinhos grelhados, saladas, gelados e claro... a bola de berlim...
A balança não se queixou porque as caminhadas e o mar fizeram um bom trabalho.
A bola de berlim é com creme claro, para que raio serve uma bola de berlim sem creme?
Bem... eu já quase não ando por aqui...
agora então... é que não tenho tempo pá ;)
durante uns tempos encontram-me por aqui...

Afinal não estava tudo dito.
Tenho finalmente uma opinião. (Que pode mudar a qualquer instante).
Sou crítica, muito às vezes, mas também sei dar a mão à palmatória e "desdizer" o que disse, a meu ver, erradamente.
Ao olhar para as novas caras que nos vão (des)governar tenho 2 opiniões:
Gosto muito e não gosto nada.
Não gosto nada das escolhas partidárias, aquilo não são tachos, são um trém de cozinha completo, com tantos amiguinhos que os PPs* da nossa vida escolheram.
Gosto muito dos "apartidários", ou independentes, como lhes queiram chamar. Pessoas com competências comprovadas nas suas áreas e que (aparentemente) não precisam da política para viver.
Estou ansiosa de começar a ver resultados para ver para que lado "pendo", se vou ou não gostar do Governo, mas desej-lhe ao toda a sorte, a sorte deles é a nossa.
*PPs = Pedro Passos e Paulo Portas.
Estava eu a pensar na melhor forma de comentar o novo Governo quando ouço um pivot de uma notícia que disse tudo:
«Os patrões estão satisfeitos com as escolhas para o novo Executivo.»
É que nem digo mais nada, está tudo mais do que dito.
... no emprego, comes um iogurte e duas nêsperas para seres saudávelzinha e depois não aguentas e vais à máquina buscar um chocolate.
Depois ficas menos infeliz quando o chocolate custa 0,65€, tu pões 1€ na máquina e ela não só te dá o troco como te devolve o €uro.
O chocolate queria mesmo era ser comido.
Os pp´s* da nossa vida andam entretidos a formar Governo...
...temo que o que aí vem seja tão mas tão mau que vamos ter saudades do Sócrates.
*pp´s Pedro Passos e Paulo Portas... é muito «p» para o meu gosto.
Quero votar, não quero votar em branco... o que faço?
- Os «partiditos» não dá né? MEP, MRPP, e troca o passo... não se pode votar neles... ninguém em sã consciência o faz... digo eu.
- BE e PCP até simpatizo, a sério, mas vá, nem eles acreditam no que dizem.
- CDS-PP não posso... é pá não posso. O Portas até se portou bem na campanha, confesso, mas há coisas em que ele acredita que nem me passa pela cabeça compactuar.
- O PSD não me inspira confiança. Para além de terem metido tanta água na campanha e pré-campanha que quase que deram utilidade aos submarinos, em momentos de tensão Passos Coelho «salta da cartola» e mostra o arrogante que é. A cena de «uma enxada na mão também lhe ficava bem» e do «espero que o seu curso lhe sirva de muito», entre outras recordaram-me porquê não gosto dele e principalmente porque os «ppdzinhos» me irritam solenemente... não, não voto PSD.
- PS... ai PS. Nunca votei PS. Acho que vai ser desta.
Não, não sou burra. Sei que o PS é culpado de muito do que se está a passar. Sei que Sócrates não é um exemplo a seguir. Mas recuso-me a ser parte dos que vão dar a vitória ao PSD e depois arrepender-me.
Chamo-lhe voto útil. Útil para a minha consciência.
Para não ter que arrancar os cabelos quando o PSD começar a governar e eu voltar a sentir que a direita não presta. Quando começar a ver que o pessoal ainda vai ter saudades do Sócrates.
Não prevejo nada de bom... ai não não.
... porém nunca o fui tanto como hoje.
Ontem fiz anos. Gostava que tivessem sido 22, mas não foram. Já foram um dia. Há 10 anos. Porém, se olhar 10 anos para trás a minha vida está tão diferente mas ao mesmo tempo tão igual que parece que posso dizer que dei uma volta de 360º.
Parabéns para mim... ou para eu... penso!
«Um homem vai visitar um amigo deputado e aproveita para lhe pedir um emprego para o filho, que tinha acabado de completar o 12º ano.
— Eu tenho uma vaga de assessor, só que o ordenado não é muito bom...
— Quanto é, doutor?
— Pouco mais de dez mil euros.
— Dez mil? Mas é muito dinheiro para o miúdo! Ele não vai saber o que fazer com isso tudo. Não tem nada mais modesto?
— Só se for para trabalhar na Assembleia. Em part-time estão a pagar cinco mil!
— Ainda é muito, doutor! Isso vai acabar por estragar o rapaz. O senhor não tem um emprego que pague uns mil ou até mil e duzentos euros?
— Ter, tenho. Mas aí é só por concurso e é para quem tem um curso superior em Engenharia, Administração, Medicina, Economia, Direito ou Contabilidade, etc. E ainda tem de possuir bons conhecimentos em informática, além de inglês, francês e espanhol fluentes...»
(Uma boa anedota ou quando a realidade é ultrapassa a ficção)
E eu a pensar que o presidente do FMI ficaria satisfeito em nos fo*** a nós (Portugal)... afinal não...
Ainda quis violar a empregada de um hotel...
(O humor é negro, e palavrões fica mal, mesmo que só com ***, mas teve que ser)
«Quem movimenta os músculos supra faciais mais longe do primeiro, movimenta-os substancialmente em condições excepcionais.»
Trad: Quem ri por último ri melhor
«Enquanto a maioria dos homens não for livre,
não se pode conceber o homem livre.»
Henri Amiel
Já tinha falado disto quando o Papa cá esteve, agora volto a reflectir:
Ponto número 1: Estamos em crise e temos que produzir mais.
Ponto número 2: Os Funcionários Públicos são sempre as maiores vítimas das políticas governamentais.
Porque «carga de água» ou «raio de merda» os funcionários públicos têm tolerância de ponto numa tarde de uma quinta-feira, véspera de um fim-de-semana de 4 dias?
Não acho que isto tenha sido uma medida eleitoralista, simplesmente um (mau) hábito que se mantém.
E enquanto os funcionários públicos continuares a ter estes mimos continuarão a ser uns insuportáveis mimados, mal comportados e birrentos.
Tenho dito e não retiro.
P.S.
- salvaguardo que há vários tipos de funcionários públicos e nem todos podem usufruir do mimo
- digo a palavra «merda» no meu blog quantas vezes eu quiser
Quando se olha para um M&M amarelo e se vê um coração... estamos mal, não é?

Mas eu juro que vejo um coração... Ai eu!!
... ou de socorro... sei lá...
Nem sei que vos diga... sinto que estamos lixados (com F)...
Haja futebol... e as equipas portuguesas portaram-se bem na Liga Europa...
Viva o Benfica!!
Estou triste.
Não estou triste por ontem, porque o Benfica não perdeu o campeonato ontem.
O Benfica começou a perder o campeonato no dia em que contratou o Roberto. Ele é todo bom, só é pena não ser bom guarda-redes.
O homem falha de forma impressionante em momentos que não podia falhar. E porque raio de coisa ele não agarra as bolas? Só o vejo ao murro.
Vá para o boxe.
O Benfica continuou a perder o campeonato quando não põe a jogar quem faz a diferença em momentos decisivos. Nuno Gomes podia e devia ter jogado muito mais este campeonato. Não ontem que o moço fez dó-dói, espero que recupere rápido e bem.
Estou triste.
Porque os momentos que antecedem os jogos (e mesmo alguns durante e após os encontros) parecem campos de batalha e não locais da festa que deveria ser o futebol.
Irrita-me que a preparação de um jogo de futebol mereça quase tantos cuidados de segurança como uma intervenção da NATO na Líbia.
Irra!! este tipo de adeptos estavam bem era numa frente de batalha na terra do Khadafi.
(Independentemente do clube)
Não apaguei ontem a luz às 20h30.
Isto faz-me lembrar o «dia sem carros» o «dia sem compras» e outros que tal.
Sei que a ideia é alertar consciências mas quando a consciência é pouca de pouco vale.
Interessante ver os monumentos às escuras durante uma hora por ano e estarem as outras horas todas (agora não me apetece fazer contas a quantas serão) a esbanjar energia. Não seria melhor, mais eficaz e até lucrativo, diminuir a luz o ano inteiro?
Nas casas particulares passa-se o mesmo.
Conheço pessoas que defenderam a hora do planeta, não sei se depois cumpriram ou não, mas que depois mantém o aquecimento (ou arrefecimento, conforme a altura do ano) ligados, mesmo não estando em casa, deixam as luzes acesas quando não o são necessário, os carregadores dos telemóveis, portáteis e outras «giringonças» sempre ligados à corrente... enfim... poupadinhos, para a própria carteira e para o ambiente apenas com dia e hora marcados.
Eu não sou assim.
Por isso, ontem, às 20h30 tinha a luz da sala acesa e a televisão ligada.
O resto da casa estava às escuras e não havia «gadjets» ligados sem estarem a ser usados.
Estive bem?
Já agora, quero que saibam que não tenho estes gestos por uma questão financeira.
Também me comporto assim mesmo quando não sou eu a pagar a conta da luz, por exemplo no trabalho.
AMI
Entidade 209 09
referênca 909 909 909
Cruz Vermelha PT
Entidade 20 999
Referência 999 999 999
Diário de uma Dona de Casa à Beira de um Colapso
Diário de uma Gaja (mamã) Louca
Mulher à Beira de um Ataque de Nervos